segunda-feira, 9 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DO GEAEC 2012

CAMARADAS,

ESTAMOS NO MÊS DE ANIVERSÁRIO DO NOSSO AMADO GEAEC.






EM BREVE DIVULGAREMOS:

  •  A PROGRAMAÇÃO (Afinal é um momento de alegria, precisamos festejar e você é nosso convidado especial!)
  •  NOSSA LISTA DE PRESENTES ( Todo aniversariante merece um presente e nossa instituição necessita de doações para permanecer espalhando o bem. Sabemos que você quer e vai colaborar!)

AGUARDEM!
PAZ E BEM!

SEGUNDA-FEIRA É DIA DE MÉDICO ESPIRITUAL NA CASA


Camaradas, hoje é segunda-feira, dia de Médico Espiritual na casa.
Antes de mentalizarmos a visita desses amigos competentíssimos a nossa casa e na de quem amamos, vamos refletir o que diz o texto abaixo:


Quando a boca cala.... o corpo fala!!!
 

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!



Agora veja esse vídeo on Dr. Bezerra de Menezes nos dá um valioso recado:



PAZ E BEM!

domingo, 8 de abril de 2012

ESTUDO : OS EXILADOS DE CAPELA

NOSSO ESTUDO DE HOJE DO LIVRO EXILADOS DE CAPELA:

CAPÍTULO:XVII- O Dilúvio Bíblico

Relatados, assim, os dois cataclismos anteriores e os acontecimentos que se lhes seguiram até o estabelecimento dos Árias nas Índias, resta-nos agora descrever o dilúvio asiático - que é aquele a que a Gênese se refere - que foi o último ato do grande expurgo saneador da Terra, naquelas épocas heróicas que estamos descrevendo.
Eis como Moisés relata o pavoroso evento:
"E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a Terra; e todos os altos montes que haviam debaixo de todo o céu foram cobertos.
E expirou toda a carne que se movia sobre a terra...
Tudo que tinha fôlego de espírito de vida sobre a terra, tudo o que havia no seco, morreu...
E ficou somente Noé e os que estavam com ele na Arca."
*
E agora a narração sumério-babilônica feita por Zisuthrus, rei da Décima Dinastia, considerado o Noé caldaico:
-"O Senhor do impenetrável abismo, anunciou a vontade dos deuses, dizendo:
Homem de Surripak, faz um grande navio e acaba-o logo; eu destruirei toda a semente davida com um dilúvio."
E prossegue o narrador:
-"Quando Xamas veio, no tempo pré-fixado, então, uma voz celestial bradou: à noite farei chover copiosamente; entra no navio e fecha a porta...
Quando o sol desapareceu, fui preso do terror: entrei e fechei a porta...
Durante seis dias e seis noites o vento soprou e as águas do dilúvio submergiram a terra.
Cheio de dor contemplei então o mar; a humanidade em lodo se convertera e, como caniços, os cadáveres boiavam."
*
Diz a tradição egípcia:
- "Houve grandes destruições de homens, causadas pelas águas. Os deuses, querendo expurgar a terra, submergiram-na."
*
E a tradição persa acrescenta:
- "A luz do Ised da chuva brilhou na água durante trinta dias e trinta noites; e ele mandou chuva sobre cada corpo por espaço de dez dias.
A terra foi coberta de água até a altura de um homem.
Depois toda aquela água foi outra vez encerrada."
*
E os códigos esotéricos hindus narram o seguinte:
- "O dia de Brahma não estava ainda terminado, quando se levantou a cólera do Varão Celeste, dizendo:
Por que, transformando minha substância criei o éter, transformando o éter criei o ar, transformando a luz criei a água, e transformando a água criei a matéria?
Por que projetei na matéria o germe universal do qual saíram todas as criaturas animadas?
E eis que os animais se devoram entre si; que o homem luta contra seu irmão, desconhece minha presença e outra coisa não faz que destruir minha obra; que por toda parte o mal triunfa do bem.
Sem atender à eclosão das idades estenderei a noite sobre o universo e reentrarei no meu repouso.
Farei reentrarem as criaturas na matéria, a matéria na água, a água na luz, a luz no ar, o ar no éter e este na minha própria substância. A água, da qual saíram as criaturas animadas, destruirá as criaturas animadas."
Mas continua a narração:
-"Vishnou, ouvindo estas palavras, dirigiu-se a Brahma e pediu-lhe que lhe permitisse a ele mesmo intervir pessoalmente para que os homens não fossem todos destruídos e pudessem se tornar melhores futuramente.
Obtida a concessão, Vishnou ordena ao santo varão Vaiswasvata que construa um grande navio, entre nele com sua família e outros espécimes de seres vivos, para que assim possa ser preservada na terra a semente da vida.
Assim que isso foi feito desabou a chuva, os mares transbordaram e a terra inteira  desapareceu sob as águas."
E continuando, encontramos entre os tibetanos a mesma recordação histórica de um dilúvio havido em tempos remotos, o mesmo sucedendo com os tártaros, cujas tradições dizem que:
-"Uma voz tinha anunciado o dilúvio. Rebentou a trovoada e as águas, caindo sempre dos céus, arrastaram imundícies para o oceano, purificando a morada dos homens."
E finalmente o acontecimento é contado pelos chineses da seguinte forma:
-"Quando a grande inundação se elevou até o céu, cercou as montanhas, cobriu todos os altos e os povos, perturbados, pereceram nas águas."
*
E subindo um pouco mais encontramos entre os tibetanos a mesma recordação histórica de um dilúvio havido em tempos remotos, o mesmo sucedendo com os tártaros, cujas tradições dizem que:
- “Uma voz tinha anunciado o dilúvio”.
Rebentou a trovoada e as águas, caindo sempre dos céus, arrastam imundícies para o oceano, purificando a morada dos homens”.
E finalmente o acontecimento é contado pelos chineses da seguinte forma:
- “Quando a grande inundação se elevou até o céu, cercou montanhas, cobriu todos os altos e os povos, perturbados, pereceram nas águas”.
*
Por estes relatos diferentes se verifica que todos os povos do Oriente conheciam o fato e se referiam a um dilúvio ocorrido nessa vasta região que vai das bordas do Mediterrâneo, na Ásia Menor, ao centro norte do continente asiático.
Em alguns desses relatos as semelhanças são flagrantes e dão a entender que, ou o conhecimento veio, promanando de uma mesma fonte informativa, ou realmente ocorreu, atingindo toda essa região e deixando na consciência coletiva dos diferentes povos que a habitavam a recordação histórica, para logo ser transformada em tradição religiosa.
Por outro lado, há vários contestadores da veracidade do acontecimento, que se valem de diferentes argumentos, entre os quais este: de que chuvas, por mais copiosas e prolongadas que fossem, não bastariam para inundar a terra em tão extensa proporção, cobrindo "altos montes", como diz Moisés, ou "elevando-se até o céu", como diz a tradição chinesa.
Atenda-se, porém, para o fato de que o estilo oriental de narrativas é sempre hiperbólico; como também note-se que os testemunhos de alguns outros povos, como, por exemplo, o Persa, não vão tão longe em tais detalhes, e os egípcios, que estão situados tão próximos da Palestina, são ainda mais discretos afirmando unicamente que a terra foi submergida.
Atentando para as narrativas hebraica, hindu, e sumério-babilônica, partes das quais acabamos de  transcrever, verifica-se que em todas, entre outras semelhanças, existe a mesma notícia de uma família que se salva das águas, enquanto todos os demais seres perecem.
Julgamos quase desnecessário esclarecer que essas famílias representam a parte melhor da população que se salvou; o conjunto de indivíduos, moralmente mais evoluídos ou moralmente menos degenerados, que a Providência divina preservou do aniquilamento, para que os frutos do trabalho comum, o produto da civilização até aí atingida, não fossem destruídos e pudessem se transmitir às gerações vindouras.
Assim também sucedeu, como já vimos, nos cataclismos anteriores, da Lemúria e da Atlântida e assim sucede invariavelmente todas as vezes que ocorrem expurgos saneadores do ambiente espiritual planetário: a grande massa pecadora é retirada e somente um pequeno número selecionado sobrevive.
Justamente como disse o Divino Mestre na sua pregação:
"São muitos os chamados, poucos os escolhidos."
No que se refere às controvérsias já citadas, nada mais temos a dizer senão que a circunstância de estar o acontecimento do dilúvio registrado nos arquivos históricos de todos os povos referidos basta para provar sua autenticidade, como também para excluir a hipótese, adotada por alguns historiadores, de que essas narrativas se referem ao dilúvio universal, ou a algum dos períodos glaciários a que atrás nos referimos.
O dilúvio narrado na Bíblia representa a invasão da bacia do Mediterrâneo pelas águas do oceano Atlântico, quando se rompeu o istmo de Gibraltar com o afundamento da Pequena Atlântida e seu cortejo de distúrbios meteorológicos.
Com a descrição do dilúvio asiático e de acordo com a divisão que adotamos para a história do mundo, como consta do capítulo III, aqui fica encerrado o Primeiro Ciclo, o mais longo e difícil para a evolução planetária, que abrange um período de mais de meio bilhão de anos.


Segue vídeo explicativo que encontrei no You Tube:


PARA TER ACESSO AO LIVRO EXILADOS E CAPELA EM PDF CLIQUE AQUI!

sábado, 7 de abril de 2012

PRESENTE DE PÁSCOA!

Exercício:
1- Observe a imagem.
2- Com qual personagem da cena você se identifica?
3- Transporte-se a cena. Imagine o sentimento do personagem escolhido, perceba as sensações,os pensementos, os fluidos, sinta.
4- Transforme esse sentimento em otimismo, esperança, amor e fé. Perceba Jesus renascendo em você.
5- Mentalize essa energia de bondade se espalhando pela sua casa, pelo seu bairro,pela sua cidade, pelo seu país, pelo planeta, pelo universo.
Pronto, agora você já deu seu presente de Páscoa para a humanidade.
Jesus Cristo agradece!
PAZ E BEM!



RELATE SUA EXPERIÊNCIA COMENTANDO ESSA POSTAGEM!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS 05.04.2012

HOJE, NO ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS: 
CAPXXIV - IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS
ITEM 262-266: Distinção dos Bons e dos Maus Espíritos
Camaradas esse video faz uma reflexão sobre o que vamos estudar hoje.
São apenas 10 minutos!
VALE A PENA ASSISTIR!
Para Refletir:
"Todo Espírita sério tem o dever de indicar aqueles que falseiam a Verdade ou que a mostram por ângulos que não contenham lastro na doutrina.
A estes eu os elenco tal como aos ladrões de varal, que furtam as roupas caras de seus patrões para seus folguedos de domingo.
A estes eu os conduziria, sem nenhum remorso, ao pelourinho." 
                                                                                                                                             Erasto

Até a noite Camardas!

PAZ E BEM!

terça-feira, 3 de abril de 2012

DOUTRINÁRIA DESTA QUARTA-FEIRA 04.04.2012

  VOCÊ NÃO PODE PERDER NOSSA PALESTRA!
DATA: 04.04.2012
TEMA: Biografia da Irmã Aurinha - Uma mulher determinada, a serviço da espiritualidade.
FACILITADORA: Rita de Cássia
HORÁRIO: 20H
CONTAMOS COM SUA PRESENÇA!

segunda-feira, 2 de abril de 2012